domingo, 28 de dezembro de 2014

Silas Malafaia: pastor é considerado um dos brasileiros mais influentes de 2014 entre cem nomes


A revista Época elegeu Malafaia como um dos 100 brasileiros mais influentes de 2014. Eleito na categoria “líderes”, o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo é o único pastor evangélico listado nesta seleção. É a terceira vez que ele entra nesta lista, os anos anteriores foram 2011 e 2012.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Deus, o maior




http://twixar.me/7lF ] O MAIOR | "Esforçai-vos, e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis, por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele" - 2 Crônicas 32.7.

domingo, 23 de março de 2014

sexta-feira, 14 de março de 2014

Pakau - a chamada, o preço e a recompensa

Kelem Gaspar

Esse livro retrata minhas lutas e vitórias no campo missionário, mas acima de tudo é um livro que fala que os milagres de Deus ainda são presentes na vida daqueles que creem. Todo o livro brada que Ele Vive!. 

Você pode depositar R$ 20,00 no Banco do Brasil, Ag 1436-2, cc 6993-0 ou no Bradesco, Ag 0697-1, cc 0523.164-7. Depois, me manda uma mensagem ou e-mail com o comprovante e seu endereço completo com CEP para missgaspar@ig.com.br. Mandarei o livro autografado! Ou, se preferir, compre-o em uma livraria CPAD próximo de você!

Se fizer sua compra diretamente comigo, peço atenção para que você diga no e-mail qual livro prefere, pois lancei dois, o outro é: Segredos da Obra Missionária

Adquirindo-o, você está ajudando o nosso trabalho missionário aqui em Maracanã.

Fonte: Missionária Kelem Gaspar - Um blog missionário de verdade

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Rolezinho evangélico?


Saiu uma matéria no Gazeta do Povo informando que houve uma articulação da igreja Comunidade Vida Feliz para ocupação de um shopping em Cascavel, o mesmo que dias antes havia sido alvo de vândalos. Os crentes foram lá, ocuparam ordeiramente a praça de alimentação e leram a Bíblia Sagrada.

Tudo bem, mas é preciso levar em consideração que para evento assim é preciso ir preparado para consumir. Quando um grupo grande senta-se às mesas, sem comer e beber nada, gera um enorme prejuízo ao dono do estabelecimento comercial.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1439143

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

E o rolezinho?

José Luiz Datena 

De vez em quando, fica meio cansativo dar opinião sobre tudo, ou quase tudo. Principalmente, porque tenho certeza que nem sempre o que digo é o que você pensa. É como aquela história: “o meu direito começa onde termina o seu”.

Sobre um assunto que está na moda: o “rolezinho” ou “rolezão”, sei lá como chamam isso. Para alguns, um movimento social de jovens, como se fosse um encontro mesmo; para outros, um motivo de manifestação. Num caso ou no outro, o direito de ir e vir é assegurado pela Constituição. Na minha opinião (que, repito, pode ser diferente da sua), a coisa toda pode ter começado realmente de uma forma inocente, mas está virando bagunça. 

Duas mil pessoas em um shopping com qualquer objetivo pode acabar em tragédia. Nem todos são respeitadores, nem todos estão ali para agir de acordo com a lei. Como vai se permitir ou não esse tipo de ação já não sei dizer, não tenho autoridade nem conhecimento para isso, mas o bom senso diz que o comércio não pode ser fechado, que as pessoas que vão aos shoppings para comprar ou por uma atividade de lazer também não podem ter o seu direito de ir e vir desrespeitado. 

Moral da história: respeite-se a lei usando o bom senso. Me parece claro que o shopping não é lugar adequado para esse tipo de ação. Como estamos em ano eleitoral, fica evidente que os nossos governantes, em qualquer instância, ou até mesmo autoridades, estão evitando uma posição de confronto ou quaisquer outras medidas que exponham ou coloquem em risco o valoroso dedão na urna, ou seja, ninguém quer perder voto. 

Só lembrando que o tiro pode sair pela culatra e a omissão pode ser levada em consideração pelo eleitor na hora de votar. Afinal, o povo já está cheio de omisso ou corrupto. 

Como disse um telespectador do Brasil Urgente, difícil é aparecer gente o suficiente para fazer “rolê” para doação de órgãos, limpeza de vias públicas ou qualquer ação do bem. Aí falta gente.